sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Lésbicas Brasileiras

Hoje me perguntei por que em pleno século XXI, o lesbianismo ainda é um tabu na sociedade brasileira. Será que somos subdesenvolvidos até mesmo nessa questão? A resposta pra minha pergunta, apesar de cruelmente verdadeira é sim, somos.

Tanto nos E.U.A como em diversos países europeus a diversidade é discutida plenamente, em diversos setores, principalmente nos meios de comunicações. Exemplo disso são as inúmeras séries e filmes de caráter Gls que são produzidos nesses países. Mais especificamente nos E.U.A.

Na década de 60, com a contracultura, o movimento feminista e a liberalização dos costumes, o lesbianismo veio à tona como nunca havia estado antes. Duas cantoras, no rastro do tropicalismo, eram sempre lembradas: Gal Costa e Maria Bethânia.

Já na geração seguinte, no final da década de 70, aparecia um bando de cantoras: Joana, Marina, Ângela Ro Ro, Zizi Possi, entre outras, e que, de uma certa forma, reatualizavam a história do lesbianismo no Brasil.

As confusões entre Ângela Ro Ro e Zizi Possi, com direito a mídia e polícia, fazem parte do clima da época. De qualquer forma, essa segunda geração, da qual, Marina talvez tenha sido a sua maior representante, avança no sentido de uma maior visibilidade.

A terceira e última geração do lesbianismo, vem representada na música por Cássia Eller, Zélia Duncan e Ana Carolina, Vange Leonel – Cássia Eller um pouco anterior, mas sua afirmação como cantora e personalidade ocorre na década de 90. A partir de então, o lesbianismo nunca esteve tão visível e afirmativo.

Atualmente surgem outros nomes como Maria Gadú, Tami, angélica morango e sua namorada a ex-chiquitita Renata Del Bianco.

Confira A lista

Ângela Rô Rô

Joana

Simone

Claudia Jimenez

Cassia Eller

Lucia Verissimo

Marina Lima

Zélia Dulcam

Adriana Calcanhoto

Ana Carolina

Vange Leonel

Tami

Maria Gadú

Angélica morango

Renata Del Bianco

video

Nenhum comentário:

Postar um comentário