quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

AZUL É A COR MAIS QUENTE



ESSA POSTAGEM É PARA A MINHA NAMORADA KELY QUE AMOU ESSE FILME.


Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. (Adoro Cinema) 





Azul é a Cor Mais Quente fez história no Festival de Cannes: pela primeira vez, a Palma de Ouro – prêmio máximo concebido pelo evento -, foi oficialmente destinada a outras pessoas além do diretor. No caso, o júri presidido por Steven Spielberg entregou a distinção também às atrizes Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. Uma exceção justa e coerente para este filme cujos maiores méritos se concentram exatamente nessas três figuras que compreenderam plenamente a preciosidade de uma história extremamente fiel à vida, com suas dores e alegrias. Ao longo de três horas, o diretor Abdellatif Kechiche faz justamente isso: conduz as duas atrizes por momentos totalmente de acordo com a realidade, extraindo ainda momentos singulares de cada uma delas. 


O título original, A Vida de Adèle (em uma tradução literal), apesar de genérico, diz muito mais sobre o filme. Isso porque Azul é a Cor Mais Quente acompanha diversos momentos da vida de Adèle (Exarchopoulos), da sua juventude heterossexual no colégio a sua vivência como uma professora adulta que cultiva um relacionamento com uma mulher. No meio disso tudo, as pequenas e grandes descobertas, o primeiro amor, a auto-aceitação, a construção de uma vida a dois, os erros e os acertos… É, literalmente, a vida de Adèle, contada inteiramente a partir do ponto de vista da protagonista. Desta forma, a ambiciosa duração – que é sentida mas nunca um empecilho – se revela completamente condizente com a proposta do diretor: ela é essencial para que cada momento tenha a profundidade e o impacto necessários, como se vivêssemos tudo aquilo pela primeira vez junto com Adèle. 


Ou seja, Azul é a Cor Mais Quente não se utiliza de quase três horas de duração somente para narrar o maior número de fatos possíveis, mas sim para dar a devida emoção e verossimilhança a eles. Isso nos leva às tais “polêmicas” cenas de sexo, que só são chamadas assim por aqueles que não compreendem que toda a nudez e a longa duração de cada uma delas vai ao encontro dessa proposta do diretor de fazer com que o espectador acompanhe tudo com a mesma dose de surpresa e novidade que a protagonista. E esse compromisso com a vida real também se reflete, claro, no trabalho das duas atrizes, em especial no da extraordinária Adèle Exarchopoulos, a grande revelação do ano. No cinema desde 2007, quando debutou em Boxes, ao lado de Geraldine Chaplin, Adèle alcança aqui uma merecida visibilidade. É limitado resumir sua atuação à grande entrega física com Léa Seydoux, já que sua precisa interpretação acompanha todas as fases da personagem sem qualquer hesitação. É, enfim, um nome para acompanhar. 


A sensação que se tem ao final de Azul é a Cor Mais Quente é que passamos por um turbilhão de acontecimentos, mas a verdade é que a intensidade que sentimos é muito mais em função da imersão proporcionada pelo roteiro de Abdellatif Kechiche e Ghalia Lacroix, baseado na HQ Le Bleu est Une Couleur Chaude. Por estarmos tão próximos de Adèle, sentimos cada uma de suas dúvidas e angústias. O que também merece ser ressaltado é que o longa está muito longe de qualquer pretensão. Em Azul é a Cor Mais Quente não existe uma insistência em metáforas ou uma vontade de trazer grandes complexidades a cada uma das situações propostas por Kechiche. E isso é muito positivo, pois, desta forma, o filme se torna muito mais natural e sem constantes rimas visuais ou de roteiro – ao contrário do que o título brasileiro implica no nosso inconsciente: a vontade de procurar azul em todas as cenas e dar significados a isso. 


Favorito para ganhar todos os prêmios de filme estrangeiro da temporada (menos o Oscar, já que não foi lançado nas salas francesas no prazo exigido pela Academia para torná-lo elegível na categoria de melhor filme estrangeiro), Azul é a Cor Mais Quente se revela ainda mais sincero até mesmo nas suas curiosidades extra-filme: no set, por exemplo, Adèle e Léa não tinham maquiadoras ou cabeleireiras, apresentando-se frente às câmeras com aquilo que elas realmente são fisicamente. São esses detalhes valiosos que estabelecem o longa de Kechiche como um dos relatos mais coerentes com a vida que vimos nos últimos anos. É provável que se estenda desnecessariamente no final (a história poderia ter acabado perfeitamente na cena da cafeteria, sem a sequência da exposição), mas é pouco perto de um filme que lida muito bem com a questão da homossexualidade e das angústias e expectativas humanas. Crescer acontece mais rápido do que a gente imagina, diz Emma (Seydoux) em certo ponto. Adèle aprenderá isso. E nós, se ainda não chegamos a esse estágio, teremos esse mesmo aprendizado com a sua jornada.

Tenho uma namorada, sou gay há alguns anos”, diz ginasta Lais Souza

Um acidente de ski a deixou tetraplégica em janeiro de 2014, mas Lais segue derrubando barreiras. Falando sinceramente de sua sexualidade em entrevista, ela entra para uma lista, ainda curta, de personalidades brasileiras assumidas


Em entrevista recente à jornalista Milly Lacombe para a revista “TPM”, a ginasta Lais Souza, que ficou tetraplégica depois de um acidente de ski em janeiro de 2014, disse: “Eu tenho uma namorada, sou gay há alguns anos. Já tive uns namorados, mas hoje estou gay.”
Lais engrossa uma lista que vai ficando cada vez mais longa, a das celebridades assumidas, que ganhou vários adeptos nos últimos tempos. No Brasil, essa lista cresce numa velocidade bem menor do que, por exemplo, nos Estados Unidos, onde tem gays no exército, na política, gays na música, a apresentadora mais popular da TV é lésbica, atores gays se casam em cerimônias românticas e são fotografados com marido e filhos, atletas gays estão em posição de destaque em esportes coletivos e individuais.

Lais Souza está se recuperando de acidente de ski sofrido em janeiro do ano passado

Lais Souza está se recuperando de acidente de ski sofrido em janeiro do ano passado

Isso tudo é muito novo, e mostra que mudanças estão em pleno curso. O iGay publicou levantamento divulgado pela revista americana “Advocate” que mostra personalidades gays americanas que morreram no armário. Na lista estão os atores Rock Hudson (morto em 1985), Anthony Perkins (1992), o pianista Liberace (1987) e o ex-prefeito de Nova York Ed Koch (2013). Por um motivo ou por outros, eles nunca se assumiram.
O caso mais notável é o de Liberace. Ele era o rei das plumas e paetês, nada poderia ser mais gay do que o seu piano coberto de espelhos, seus ternos bordados de dourado, sua maquiagem, seus casacos de pele que se abriam como um leque – e , claro, seu namorado. Mas fez de tudo para permanecer no armário, tendo inclusive processado veículos da imprensa que afirmaram que ele era gay. Morreu em decorrência da Aids em 1987.
Milly Lacombe, lésbica assumida, que vive atualmente em Nova York, pensou numa situação fictícia. “Vamos supor que, num belo dia, hipoteticamente falando, uma nuvem de moralidade e sinceridade baixasse sobre todos os seres humanos do planeta e, nesse histórico dia, todos os gays saíssem do armário: celebridades, políticos, jogadores de futebol, artistas. Dado o número de gente que ia dizer ‘eu sou gay’, é de se supor que no dia seguinte o preconceito tivesse morrido ou sido reduzido a uma coisa bem pequena porque todos teriam um irmão, um grande amigo, um ídolo que teria se assumido gay”, devaneia ela. “Não se assumir é, em alguma escala, sentir vergonha de si mesmo, e esse recado é o pior de todos.”
No Brasil, no que se refere a gays assumidos, temos vários exércitos de um homem só. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), colunista do iGay, é o único político assumidamente gay eleito no Brasil. O escritor e diplomata Alexandre Vidal Porto, que já serviu cinco embaixadas brasileiras pelo mundo, é um dos raros membro do Itamaraty que vivem sua homossexualidade à luz do dia, e o único que toma uma posição pública de defesa dos direitos dos homossexuais.
“Há outros diplomatas tão gays quanto eu, ou mais, mas eu resolvi tomar uma atitude mais política em relação à minha homossexualidade. Acho importante que existam modelos para que as pessoas que vêm depois da gente entendam que a homossexualidade faz parte da natureza humana e que não tem nada de limitante e redutor em assumir”, disse ele. “Assumi publicamente para que as pessoas mais jovens da carreira diplomática entendam que você pode ser um diplomata competente, responsável, respeitado e homossexual.”
ONDE ESTÃO OS ARTISTAS GAYS BRASILEIROS?
No campo das artes, onde as pessoas são teoricamente mais abertas, os casos de homossexuais dispostos a tomar posição ainda são poucos. Muitas das cantoras brasileiras são lésbicas, mas a absoluta maioria prefere não falar do assunto. Com exceção de Adriana Calcanhotto, que era casada com a cineasta Susana de Moraes (1940-2015), de Cássia Eller (1962-2001), que nunca escondeu nenhum aspecto da sua vida de ninguém, de Leci Brandão, que foi a primeira a se assumir, de Daniela Mercury, que orquestrou a apresentação de sua mulher ao público com fotos e declarações de amor nas redes sociais, e de Ângela Ro Ro, muitas outras seguem na sombra.
"A ÚNICA CANTORA LÉSBICA"
Ângela Ro Ro, em cena dos anos 80/90 que foi incluída no filme-documentário “Cássia Eller”, brincava em seus shows: “Vocês já sabem: eu sou a única cantora lésbica da MPB”. Até Ana Carolina, musa das lésbicas românticas, foi discreta ao declarar em entrevista para a “Veja” em 2005: “Sou bi, e daí?”. A cantora Preta Gil, que já afirmou ser bissexual, brincou com a afirmação da amiga: “Se a Ana Carolina for bi, eu sou penta!”
Milly Lacombe sabe, por percepção e experiência, que se “a gente trata com naturalidade, o mundo tende a ver com naturalidade”. “Não quero sugerir que a pessoa chame uma coletiva para dizer ‘eu sou gay’, mas tratar com naturalidade, ser quem é também em ambiente público e não se esconder já ajudaria muito”, diz ela. “Mesmo quem tem um pouco de coragem para se assumir, na hora H diz: eu sou bi, o que talvez seja um caminho, e é certamente melhor do que nada, mas a verdade é que muitas dessas pessoas são apenas gay, tipo um 6 (o número máximo) na escala Kinsey, e não exatamente bi…

domingo, 1 de fevereiro de 2015

PAOLLA OLIVEIRA VIVE A PROSTITUTA LÉSBICA

DENISE EM 'FELIZES PARA SEMPRE', SÉRIE DA TV GLOBO







Paolla Oliveira, dará vida a Dani Bond, uma acompanhante de luxo que vive um romance lésbico. A atriz surgirá de cabelos curtos na produção. Caberá a Martha Nowill, com carreira conhecida no teatro, interpretar a namorada de Paolla na ficção.
O quinto episódio de Felizes para Sempre? promete! Denise (Paolla Oliveira) revela para uma amiga que está cada vez mais envolvida com Marília (Maria Fernanda Cândido). “Essa tal Marília mexeu comigo mesmo”, confessa. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Filme sensual sobre o amor entre duas mulheres surpreende Cannes






Depois de nove dias de competição, o Festival de Cannes foi surpreendido nesta quinta-feira (23) pelo poderoso e sensual "La vie d'Adele", do franco-tunisiano Abdellatif Kechiche, que narra o despertar sexual e a paixão de uma adolescente por uma jovem de cabelos azuis.
Adaptado livremente de uma HQ escrita por Julie Maroh, o filme tem as cenas sexuais mais gráficas e apaixonadas entre duas mulheres já vistas em Cannes.
O filme, que disputa a Palma de Ouro, pode render o prêmio de melhor atriz para a jovem Adéle Exarchopoulos, excepcional no papel de uma estudante de 15 anos que descobre a paixão e o desejo quando conhece Emma, interpretada por Lèa Seydoux.
A história entre as duas mulheres e, sobretudo, o magnífico retrato da jovem protagonista, Adèle, e a interpretação de Seydoux colocam o filme entre os favoritos para os prêmios, que serão anunciados no domingo pelo júri presidido por Steven Spielberg.
Kechiche disse que não teve medo de retratar o amor entre duas mulheres, mas o que impactou e conquistou a crítica foi o retrato psicológico e emocional das protagonistas. Rodado em Lille, norte da França, o drama já teve os direitos vendidos para um distribuidor americano, apesar das três horas de duração.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Entre Elas Filme Lesbico




Christine trabalha como criada na casa da rígida madame Danzard. Criada para ser freira, Christine sabe bordar, cozinhar e trabalha sem receber muito. Quando sua irmã Lea passa a trabalhar ao seu lado, a madame Danzard acreditou que estava levando vantagem, pois as duas trabalhavam bem e ocupavam pouco espaço, dormindo no mesmo quarto.

E quando digo que madame Danzard é rígida não é apenas um adjetivo para explicar sua exigência. Ela é do tipo que vasculha diariamente a casa com uma luva branca, passando a mão pelos móveis e objetos. Tudo para verificar se está tudo devidamente limpo.

O foco principal do filme, entretando, é a provocante relação entre as irmãs. Ambas foram criadas num convento e a personalidade forte e tempestuosa de Christine cria um domínio com a fragilidade de Lea, cinco anos mais nova. Com o passar do tempo, as duas passam a desenvolver um comportamento cada vez mais forte e incontrolável.
Baseado numa história real, "Entre elas..." é um drama sombrio. A trama se passa na França, por volta de 1930, época que trabalhar como criada exigia, antes de mais nada, submissão. Assim, pequenas atitudes eram consideradas ultraje e desrespeito. Logo no início fica evidente o trágico final, com uma longa cena que mostra a casa ensangüentada.
Filme polêmico, que trata de homossexualismo incestuoso numa sociedade ainda mais intolerante que a de hoje. Destaque para o impactante final e para a complexa personagem Christine, cujo passado é provocador e herege. Cotação do Dai: ***1/2
Obs: Nesse filme não há a presença de nenhum homem. Numa das cenas, que deveria aparecer um rapaz, ele não é focalizado pelas câmeras, ficando apenas a voz.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O Uivo da Gaita com Mariana Ximenez e Leandra Leal



As atrizes globais Mariana Ximenes e Leandra Leal interpretam duas amantes no longa O Uivo da Gaita, do diretor Bruno Safadi, ainda sem data de lançamento no circuito comercial.

Bruno divertiu uma plateia de jornalistas neste domingo (11), no Festival de Gramado, ao falar sobre seu novo filme, “O Uivo da Gaita”, que, segundo ele, é bastante experimental. “O filme tem apenas dois diálogos, mas é um filme de amor entre suas mulheres lindas, a Mariana Ximenes e a Leandra Leal. É experimental, mas todo mundo quer ver. Quem não quer ver coisas boas como essa?”, disse ele. “É um filme que pode dar o que falar”.

‘Flores raras’




Depois de ter sido bem recebido pela crítica em festivais de cinema pelo mundo, “Flores raras”, novo trabalho do diretor brasileiro Bruno Barreto (“Dona Flor e seus dois maridos” e “O que é isso, companheiro?”), estreou neste final de semana em mais de 150 salas de cinema em todo o Brasil.

O filme retrata o romance real entre a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop (Miranda Otto) e a arquiteta e paisagista brasileira Lota Macedo de Soares (Glória Pires) e tem roteiro inspirado no livro “Flores raras e banalíssimas”, de Carmen Lucia Oliveira.




História conturbada

O longa-metragem inicia com a chegada de Elizabeth ao Brasil, onde desembarcou de um navio em 1951, no porto de Santos, aparentemente disposta a aplacar uma crise existencial e criativa por que passava. A convite da amiga americana Mary Moser (Tracy Middendorf) – até então namorada de Lota –, a escritora deixou Nova York para passar duas semanas no sítio Samambaia, em Petrópolis (RJ). Essa temporada, no entanto, iria durar 17 anos – tempo que a escritora viveu no Brasil.

Logo nos primeiros minutos do filme, um triângulo amoroso parece a se desenhar quando Bishop começa a se envolver com a brasileira. Mas o filme se apressa para tirar a ex de cena e parte para o envolvimento de Bishop e Lota. A corrida para contar o relacionamento que inspirou o filme, porém, acaba dando superficialidade ao romance, levando até o público a não acreditar na veracidade do relacionamento entre as protagonistas. É preciso de muitas cenas depois para provar que é real.




Além de retratar o envolvimento complicado e as perdas pessoais das duas, “Flores raras” faz uma breve biografia do trabalho da dupla. A trama tem como pano de fundo as paisagens da cidade do Rio de Janeiro e Petrópolis, cenários que inspiraram profundamente o trabalho de Elizabeth Bishop. Foi no Brasil que ela concluiu o livro “Norte e Sul”, pelo qual ganhou o prêmio Pulitzer de literatura.

O filme faz também registro interessante da história por trás da construção do Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, um dos principais trabalhos da arquiteta Lota de Macedo.




Amor e poesia

Mas o longa conta essencialmente a história de uma relacionamento entre duas pessoas com personalidade opostas: Bishop, frágil e tímida, e Lota, confiante e autoritária. Para dar ainda mais ênfase à diferença das duas, o filme recorre até a cenas de choque cultural e ideológico entre as artistas, chegando também a fazer uso de muitos clichês brasileiros no exterior.

“Flores raras” é sobretudo um filme sobre amor, do tipo intenso e conturbado, recheado por bossa nova, poesia e um tanto de tragédia.

História pessoal

O diretor Bruno Barreto começou a desenhar o projeto do filme “Flores raras” há 17 anos, quando a produtora Lucy Barreto comprou os direitos de adaptação do livro “Flores raras e banalíssimas”, de Carmen Lucia de Oliveira. Mas decidiu tirar do papel quando se separou da esposa, que era fã da história.

sábado, 14 de setembro de 2013

Preconceito Inaceitável ESTUPRO CORRETIVO


Estupro Corretivo: Violência física e psicológica.

Parem o ‘estupro corretivo'!

vitima estupro corretivo
"O estupro corretivo”, a prática cruel de estuprar lésbicas para "curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo - vamos apoiá-las.  Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar "curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive. Infelizmente Millicent não é a única, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por "estupro corretivo”.


É incrível como em nome da tradição e dos bons costumes são cometidos crimes terríveis contra mulheres e LGBTs, para ver como o conservadorismo tacanho acaba por prevalecer também como um acinte aos direitos humanos.

isso viola os direitos humanos
essa posrtagem foi motivada por um comentário que recebi nesse blog. abaixo o nome do IDIOTA.
magno
Sapatão puta ,bando de putas encalhadas mal comidas ,vai toma no cu encalhada,lésbica nojenta aberração ,um bom estupro corretivo e uma surra em vc seriam ideais ,vão merda vcs e essas 2 putas lésbicas e a macho sem pinto da Thammy otária. 


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Thammy Miranda é pedida em casamento pela namorada no palco de Eliana



Thammy Miranda foi surpreendida pela namorada, Nilceia Oliveira, ao gravar o quadro "Rede da Fama", do programa "Eliana", no SBT. A atriz, que agora é repórter no programa "Famoso Quem?", que estreia no próximo dia 14, foi pedida em casamento durante a atração.



A declaração começou com um vídeo gravado em que Nilceia externa ao público do dominical seu amor e com as palavras deixa Thammy emocionada no palco. Em seguida ela entrou no cenário logo depois, segurando um buquê de flores, para realizar o pedido de casamento oficialmente, olhando para a namorada.


A repórter acaba de completar 31 anos e está cheia de motivos para comemorar, tanto na vida profissional como na pessoal. Para tal ela ganhou uma festa de aniversário em uma boate de São Paulo com direito a bolo e tudo. Mas, antes, ela ganhou um "bom dia" especial da noiva com um vídeo no Instagram.

Contratada há poucas semanas da emissora do patrão ela está passando pelos programas da casa para divulgar o "Famoso Quem?". O programa vai escolher o menor cover do país. O último trabalho da filha de Gretchen foi na novela "Salve Jorge", de Gloria Perez, na TV Globo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013



Devido ao grande numero de comentários na postagem, como dizer a sua mãe que é Lésbica. resolvi escrever um livro sobre como sair do armário e como enfrentar a família na hora de se assumir



CONTE SUA HISTÓRIA
Resolvi criar um espaço onde as nossas leitoras possam compartilhar suas vivências, com a finalidade de ajudar umas as outras. Sempre escuto lamentações de meninas lésbicas que dizem não ter com quem conversar, ou não ter quem as entenda. Bom, eis aqui a razão da existência desse espaço. 




Se descobrir homosexual/Lidar com a Homonexualidade, pode não ser fácil num primeiro momento. Estamos aqui para servir de exemplo e para mostrar para essas meninas que elas NÃO ESTÃO SOZINHAS! 




Que existem muitas pessoas, vivendo, enfrentando e superando as mesmas coisas! :) quem quiser me mandar sua historia de vida meu Email é Fabianeweber@yahoo.com.br se quiser que eu poste no blog me digam no mail.

sábado, 17 de agosto de 2013

filmes com romance entre mulheres



Flores Raras, em cartaz nos cinemas, trata do romance entre a poetisa americana Elizabeth Bishop com a urbanista brasileira Lota de Macedo Soares, no Rio de Janeiro da década de 50. Na minha opinião, faltaram sal e pimenta no retrato dessa paixão tão arrebatadora. Como o colega André Fischer, diretor do Festival Mix Brasil, gostou do filme de Bruno Barreto, pedi que ele me apontasse outras produções bacanas com romance entre lésbicas ou que tivesse um tom de homossexualidade feminina. Abaixo, a lista do André e um pequeno comentário dele a respeito dos filmes.

Tomates Verdes Fritos (1991) – Dona de casa infeliz se interessa pela história contada por uma senhora em um asilo. Ela relata as dificuldades que duas mulheres tiveram ao enfrentar barreiras para viver um grande amor nos anos 30. Romance, preconceito e superação.



Tomates Verdes Fritos: amor e proconceitos na década de 30

O Par Perfeito (1994) – O universo lésbico underground americano é retratado por meio de uma original história de amor, cheia de idas e vindas, de duas estudantes universitárias. Ideal para quem gosta de filmes independentes e em preto e branco.



O Par Perfeito (Go Fish): cinema independente americano

Fogo e Desejo (1996) – Insatisfeitas com seus maridos ausentes, duas cunhadas indianas, que moram na mesma casa, acabam se envolvendo em um romance tórrido e cheio de culpas. O filme causou furor na Índia, onde cinemas chegaram a ser incendiados.



Fogo e Desejo causou furor na Índia por causa do tema polêmico por lá

Aimee & Jaguar (1999) – Durante a II Guerra, em plena Alemanha nazista, uma judia e a mulher de um oficial alemão vivem uma intensa história de amor, que sobrevive ao Holocausto. Baseado em uma história real.



Aimee & Jaguar: paixão na Alemanha nazista

Amigas de Colégio (2000) – Adolescentes que vivem em uma pequena cidade da Suécia descobrem o amor e enfrentam o preconceito na escola com muita atitude. Bem fofo!
Amigas de Colégio: amor de adolescentes na Suécia

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Manoel Carlos quer beijo gay entre Alinne Moraes e Giovanna Antonelli na novela ‘Em Família’


Manoel Carlos escalou Alinne Moraes e Giovanna Antonelli para interpretarem um casal lésbico em sua próxima novela da Globo, "Em Família".

"Giovanna será Clara, uma dona de casa comum, com uma vidinha doméstica entediante, que descobre o amor numa outra mulher [Marina, papel de Alinne Moraes]. Inicialmente muito assustada, vai aos poucos se deixando levar", disse o autor ao jornal "O Globo".

Maneco afirmou à publicação que planeja mostrar um beijo entre as duas atrizes. "O beijo é uma consequência natural de qualquer relação de amor, seja ela qual for. Não vejo nenhuma diferença. E se a relação entre Clara e Marina caminhar nesse sentido, colocarei um beijo entre elas."

O novelista lembra ainda que, na novela "Mulheres Apaixonadas" (2003), fez duas personagens --Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli)-- se beijarem no último capítulo, quando interpretavam os papéis centrais da peça "Romeu e Julieta".

Manoel Carlos disse também não acreditar ser mais fácil abordar a homossexualidade feminina em uma novela em rede nacional. "Me parece que o preconceito é mais severo e comum quando se trata de mulheres homossexuais", declarou.

"Eu não acompanho as novelas. Mal tenho tempo de seguir as minhas. Sei que existem gays em muitas delas, mas desconheço o tratamento que recebem dos autores. E é nisso que reside a diferença."

"Em Família" está prevista para estrear em janeiro de 2014, substituindo "Amor à Vida" no horário das 21h da Globo.

Pink diz que ser chamada de lésbica é elogio

Cantora afirma que tem muitos amigos gays e não se ofende com piadas sobre sua sexualidade.

A estrela afirmou que não fica incomodada quando é chamada de lésbica ou é alvo de xingamentos homofóbicos por usuários no Twitter, além disso ela considera um elogio ser considerada homossexual, porque tem muitas grandes amigas lésbicas.


Em resposta aos comentários no Twitter, ela escreveu: "Fato engraçado: quando você me twitta e diz 'você é lésbica', isso realmente não me incomoda. É um elogio. A maioria das minhas amigas favoritas são."

"Tenho certeza que todos vocês, seres humanos cheios de ódio, podem vir com algo pior que isso! Vamos lá, seja criativo. Você tem 140 caracteres!"

A cantora de 33 anos já tinha dito que sua base de fãs homossexuais são a razão por trás do seu sucesso na carreira musical.


"Eles têm sido a parte mais leal do que eu faço. Eles têm sido os meus amigos mais leais para ser honesta. Tenho muitos amigos gays ao meu redor, mas minhas amigas lésbicas são minha raiz. Elas são minha honestidade em um oceano de m... Eu deveria ser gay pela forma com que pareço e pela forma que eu sou. Acontece que não sou. Mas isso é perfeito e faz sentido", disse a cantora.

Pink não é a única estrela alvo de piadas sobre sua sexualidade. Miley Cyrus recentemente falou de seus sentimentos sobre pessoas que a chamam de lésbica.

"Todos dizem que eu era lésbica, mas eu acho que ser lésbica não é uma coisa ruim. Então se você pensa que eu pareço lésbica, não fico ofendida. Você pode me chamar de coisa pior. Já fui chamada de coisa muito pior. Ser lésbica é um elogio maior do que qualquer coisa que eles me chamam", disse.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Yes or No / Yes or No 2




Gente, hoje eu estou aqui para fazer uma super indicação. Um filme tailandês super leve com a temática do homossexualismo. Dois filmes na verdade. Espero que vocês possam estar assistindo tanto o primeiro quanto o segundo filme. Vamos aos comentários?





Sinopse: Pie é uma garota doce, que se muda para um novo dormitório no colégio, onde ela descobre que a sua nova colega de quarto Kim, é uma tomboy que se veste e parece com um garoto. No desenvolver da amizade, Pie e Kim começam a se perguntar se os seus sentimentos são mesmo somente de amizade, ou se são sentimentos de amor verdadeiro.




Por que eu gostei do filme? Por que ele aborda o amor de uma forma natural e singela. Sem frescura. Sem frescalhagem e sem exageros. Certos filmes são muito intensos e por vezes acabam sendo demasiadamente apelativos. E pra mostrar esse tipo de amor, que não é bem um tipo, sendo e pura e simplesmente amor, não é necessário apelar. Dessa forma, sempre sou muito receosa em relação a filmes com essa temática. Mas, para mim, todos esses filmes deveriam abordar o assunto da forma com que foi mostrada nesse filme. Yes or No é de uma delicadeza sem igual.


A personagem Kim, nossa querida tomboy, se traduz em uma menina meiga e cheia de inseguranças como qualquer outra garota. E é isso que a torna extremamente apaixonante. Uma aparência que não revela quem ela realmente é. ~ Quem vê cara, realmente não vê o grande o coração da nossa Kim. <3 span="">




Já a personagem Pie é a garota que trás o gênio e a personalidade de fogo. Mais feminina, porém menos delicada e fofa do que Kim. Esse filme quebrou paradigmas :) Se não me engano, é o primeiro filme com temática lésbica Tailandês. E, claro, devido ao grande sucesso foi feita uma continuação.




Eu considero que a forma com a qual o filme dois foi desenvolvida extremamente desnecessária. Foram tantos contra-tempos no segundo filme que a magia do primeiro acabou difusa e se perdendo no meio da caminho. Claro, eu acredito que o filme tivesse tido como objetivo mostrar as implicâncias e pedras no meio do caminho que qualquer relacionamento normal possui, mas confesso que esperei algo mais bonitinho.




Pra quem quiser dar uma conferida, poderá estar fazendo o download no Asian Team do primeiro filme, e o segundo filme no Youtube. Lembrando que o primeiro filme também está disponível no Youtube.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Keira Knightley viverá romance lésbico com atriz de 16 anos no cinema

 


Estrela vai dividir cenas intensas com Chloe Moretz no longa 'Laggies'

 
Intérprete de 'Anna Karenina' e estrela de 'Kick-Ass' vão dividir telonas (REUTERS/Mario Anzuoni/Jason Merritt/Getty Images/AFP)
Intérprete de 'Anna Karenina' e estrela de 'Kick-Ass' vão dividir telonas
Keira Knightley filmará uma cena de sexo lésbico para seu novo filme. A estrela de 'Anna Karenina' - que recentemente se casou com o músico James Righton - será vista trocando beijos apaixonados com a atriz de 16 anos, Chloe Grace Moretz, para o filme 'Laggies', no qual ela interpreta uma noiva em fuga.

Uma fonte disse ao jornal Daily Star: "Ninguém está falando sobre as cenas íntimas ainda, mas Keira e Chloe serão vistas juntas e haverá algumas cenas de amor. É certo que serão bem atrevidas e vão atiçar os hormônios dos espectadores do sexo masculino."


A atriz de 28 anos recém-casada irá interpretar uma mulher que foge de casa e se aproxima de um grupo de adolescentes depois de ter sido pega de surpresa pela proposta de casamento de seu namorado.

Keira, que se casou com o músico da banda Klaxons, James, 29 anos, no mês passado, estaria pensando em tirar uma folga de Hollywood depois de suas núpcias - mas prontamente aceitou o convite para estrelar no filme provocante depois que a vencedora do Oscar, Anne Hathaway, saiu do papel.

A fonte acrescentou: "Depois de se casar Keira havia ignorado alguns roteiros importantes para que ela pudesse desfrutar a vida de casada, mas ela amou esse roteiro e fez de tudo para entrar no filme depois que Anne Hathaway desistiu."

O filme é o mais novo desafio para a colega de Keira, Chloe Moretz, que causou polêmica em 2010, quando interpretou uma desbocada combatente do crime no filme de ação 'Kick-Ass' com apenas 13 anos.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Lutadora brasileira de MMA assume ser lésbica

Jessica “Bate Estaca” Andrade, que será, em julho, a primeira lutadora brasileira de MMA a competir no UFC, assumiu-se lésbica para a revista “Tatame”, especializada em artes marciais.
“Não tenho vergonha de me assumir sexualmente. É uma escolha que cada um faz para si. Eu acho que se as pessoas têm preconceito, cada um tem sua opinião de pensar. Eu sou feliz do jeito que sou”, afirmou a atleta.
Coincidentemente, em sua primeira luta no UFC, em 27 de julho, Jessica vai enfrentar a primeira lutadora a sair do armário, Liz Carmouche. A competição, portanto, será histórica: um duelo inédito com duas atletas lésbicas.
Parabéns pra nossa brasileira. Boa sorte na luta.

domingo, 26 de maio de 2013

livro de Patricia Highsmith, ‘The Price of Salt ou Carol vira filme


Cate Blanchett e Mia Wasikowska interpretam amantes lésbicas




As atrizes Cate Blanchett e Mia Wasikowska vão interpretar amantes lésbicas no drama passado na década de cinquenta em Nova York, que é baseado no romance de 1952 de Patricia Highsmith, ‘The Price of Salt ‘, de acordo com ScreenDaily.com.

O filme é centrado em uma jovem mulher de 20 anos (Wasikowska) que trabalha em uma loja de departamento, mas com sonhos de uma vida mais emocionante, e uma mulher presa num casamento sem amor (Blanchett), e juntas elas embarcam em um tórrido romance.

O diretor nomeado ao Oscar, Todd Haynes – que já trabalhou com Blanchett em filme biográfico de Bob Dylan , ‘Não Estou Lá’ – vai dirigir o filme. “Todd é, sem dúvida, um dos diretores mais talentosos que há hoje. Seu apego ao dirigir este roteiro e elenco é um sonho se tornado realidade”, disse a produtora do longa, Elizabeth Karlsen.

Blanchett recentemente reprisou seu papel como Galadriel na trilogia do ‘Senhor dos Anéis’, ‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’, e está atualmente filmando com George Clooney ‘The Monuments Men’. Enquanto isso, Wasikowska terminou recentemente o drama ‘The Double’ e está rodando a comédia ‘Tracks’.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Daniela Mercury assume relacionamento com mulher: "Malu agora é minha esposa"



A cantora Daniela Mercury está apaixonada. A cantora, que se separou recentemente, publicou uma foto sua ao lado da nova mulher nesta quarta-feira (3) em sua página no Instagram e escreveu na legenda:










Foto publicada pela cantora, dia 3 de abril de 2013 


"Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar", escreveu.


Malu Veçosa é jornalista e em seu perfil no Twitter se descreve como "editora-chefe da TV Bahia, apresentadora do CBN Salto-Alto, fotógrafa-aprendiz e feliz". Veçosa é ex-namorada da assessora de imprensa Fabiana Crato, que trabalhou com a cantora até o Carnaval deste ano.


Logo após a publicação da montagem, que tem imagens das duas usando alianças, os seguidores da cantora deixaram mensagens de apoio nos comentários da rede social: "Felicidades. Que essa nova família seja sempre de muito amor e respeito", escreveu o seguidor @dantasgardiman. O seguidor @samirmatos disse: "Sejam felizes, vc deu um tapa na cara de Feliciano e cia com luva de pelica, num momento importante que o Brasil vem passando, chega de retrocesso".


A assessoria de imprensa da cantora disse ao UOL que "não fala sobre sua vida pessoal", e que Mercury está em Portugal. O empresário da cantora afirmou ao UOLque "Ninguém fala em nome de Daniela, só ela própria. Ela chega na próxima semana da Europa e só ela pode falar".


Mercury confirmou em fevereiro deste ano que se separou do publicitário italiano Marco Scabia após três anos de união. Com o empresário, ela adotou três meninas: Ana Isabel, 2, Ana Alice, 10 e Márcia, 13. Após o fim da união, a estrela voltou a morar em Salvador. A cantora também é mãe de Giovana, 25, e Gabriel, 26, frutos de seu primeiro casamento, com Zalther Povoas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Homofobia: Lésbicas são agredidas dentro de um trem em São Paulo

Na sexta-feira (15), no horário entre as 06:25h às 06:30h da manhã, duas lésbicas foram agredidas dentro de um trem na cidade de São Paulo. O incidente ocorreu na linha 9 esmeralda da CPTM entre as estações Santo Amaro e Granja Julieta. Segundo as vítimas, que são casadas a mais de dois anos, elas estavam dentro do trem quando um rapaz, com uma mochila enorme nas costas, entrou no vagão empurrando uma das meninas e, ao ser perguntado se não poderia carregar a mochila pelas mãos, que inclusive é a recomendação nesse caso, o mesmo passou a agredi-la verbalmente com palavras de baixo calão e alto teor homofóbico, logo em seguida o agressor passou a agredir a vítima fisicamente socando várias vezes seu rosto. A vítima preferiu não revidar para não agravar ainda mais a situação.

Por mais absurdo que possa parecer, ao olhar para as pessoas que assistiam ao ocorrido, a vítima observou, incrédula, que as mesmas riam da situação.  

Um boletim de ocorrência (BO) foi registrado e agora esperamos que alguma providência seja tomada, não é possível que esse tipo de coisa fique impune. Apesar de sabermos que, na grande maioria das vezes, é exatamente isso o que acontece. Mas, com nossa mobilização e força, esperamos que, pelo menos dessa vez, algo seja feito. As vítimas, além do vídeo (disponível abaixo) entraram e contado com várias pessoas via redes sociais e até o momento já contamos com várias manifestações de solidariedade e presteza.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Angelis, vencedora da 'Fazenda de Verão', assume namoro com ex-peoa Manoella




No início, as diretrizes cristãs da Record bem tentaram, mas foi difícil ignorar a existência de um relacionamento homossexual dentro da 'Fazenda de Verão'. Na grande final do reality, ontem (30), os chamegos entre Angelis eManoella serviram até como material para um VT fofíssimo e merecido.

Angelis deixou a fazenda de Itu como a grande vencedorado programa, com R$ 1 milhão na conta bancária. Entre a maratona de entrevistas que enfrenta hoje a moça fez questão de dar uma pausa para confirmar que, sim, o relacionamento continua longe das câmeras. "Sim, estamos namorandoooooo!", comemorou, no Twitter. Felicidades ao casal!






domingo, 30 de dezembro de 2012

Record admite romance lésbico em Fazenda de Verão






Depois de muito reboliço nas redes sociais, finalmente, na terça-feira 18, o apresentador do reality show “Fazenda de Verão”, Rodrigo Faro, reconheceu que as participantes Angelis e Manoella formam um casal.







“Há quatro casais no programa”, disse Faro, incluindo na contagem as duas peoas. De toda forma, explica o colunista de TV Mauricio Stycer, do UOL, as cenas de carinho entre elas ainda são cortadas. O medo dos donos da emissora é chocar o público