sexta-feira, 9 de março de 2012

Jenny Shimizu

A top model Jenny Shimizu, que namorou Angelina Jolie durante dez anos, contou em entrevista ao tablóide britânico The Sun que o romance delas nunca teve um fim. Jenny vai além e afirma que talvez "nunca haverá" um fim para o relacionamento das duas: "Acredito que vamos continuar tendo uma relação profunda. É mais que sexo", disse ela. "Ela é linda, sua boca é incrível. Nunca beijei alguém com uma boca tão grande quanto a dela. Parecem colchões d'água", acrescentou.

Esta é a primeira vez que a modelo comenta publicamente seu namoro com a atriz de Hollywood, bissexual assumida. Jenny polemiza dizendo que o namoro entre Angelina e Brad Pitt "tem vida curta". "Talvez ela fique com uma pessoa só, mas acho que ela não consegue ficar sem aventuras durante tanto tempo”. "Angelina é apaixonada por pessoas e é muito duro pra ela ficar apenas com um amante quando se tem o mundo todo à sua disposição. Não estou dizendo que ela dorme com um monte de gente, mas não consigo imaginá-la casada e feliz".

"O que temos é definitivamente mais que amizade. Ela é uma pessoa para quem sempre estarei disponível, com quem sempre irei me preocupar e sempre estarei lá para o que der e vier", assinala a modelo.

A top model, que "casou" no ano passado com Rebecca Loos durante um programa de TV, voltou a falar com Angelina atualmente. A modelo Jenny Shimizu, 40, não gostou nada de ouvir da boca de Angelina Jolie, 32, que ela abandonou a bissexualidade por Brad Pitt, 43. Com a declaração da atriz à revista francesa “ Public ” na última semana, a modelo que teve um romance com Jolie por dez anos resolveu quebrar o silêncio em uma entrevista reveladora.

O LADO NEGRO DE JOLIEPara Jenny, Angelina Jolie ama relações perigosas e tem um lado negro muito forte. “Jolie é uma lésbica inacreditável”.
A modelo descreveu Angelina como uma “mulher de corpo de fazer babar, seios perfeitos e uma pele muito macia. Mas é sua boca que me faz pedir por mais. Ela já beijou meu corpo inteiro com aqueles lábios carnudos. Brad é um garoto sortudo”, debochou Jenny.

COMO TUDO COMEÇOU

Angelina Jolie e Jenny Shimizu se conheceram em 1996 durante as filmagens de “Foxfire” e começaram uma relação. Na tela, elas interpretaram uma dupla de adolescentes rebeldes que dividiam suas fantasias – à época, Angelina tinha 19 anos e era casada com o ator inglês Jonny Lee Miller. “Eu fiquei surpresa em sentir aquilo por uma mulher porque antes só havia sentido algo assim por homens”, disse Jolie na época em que o romance foi descoberto. Jenny, então com 29 anos, se entregou à paixão e começou a namorar a colega de trabalho assim que terminaram as filmagens. “Estávamos sentadas na cama do hotel de Angelina quando fechamos nossos olhos e nos beijamos. Foi mágico”.

A modelo – assumidamente gay - contou ao “News of the World” que no dia seguinte ao primeiro beijo as duas resolveram seguir adiante com o romance. “Nesse dia, voltei ao quarto dela, nos abraçamos e devagar fomos tirando nossas roupas”.
Angelina Jolie teria ficado tímida no início, mas logo se entregou à brincadeira e soltou suas fantasias sexuais. “Eu ensinei Jolie a fazer amor com uma mulher”

A mulher de Brad Pitt então começou um jogo de sedução com sua amante e não escondeu de ninguém que estava apaixonada. “Eu inclusive levei Angelina para sessões de dominares e ela amou. Quanto mais malvada, melhor”, disse Jenny Shimizu, que classificou as noites com Jolie como “maravilhosas”.

O DESGASTEO caso entre as duas começou a seguir rumos perigosos. Jenny conta que certo dia ela e Jolie chegaram a fazer sexo na casa de um amigo onde Jonny Lee Miller (então marido da atriz) e a parceira da modelo estavam.

“Estávamos todos ali, mas naquela noite Angelina e eu só queríamos ficar sozinhas”, contou Jenny.O fogo que uniu Jenny Shimizu e Angelina Jolie foi se apagando depois de dez anos de relação. No entanto, segundo a modelo, a última noite de amor das duas foi como a primeira vez que ela e Angelina se tocaram. “Passamos quatro horas nos divertindo muito”.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

“Após 'Dia do Orgulho Hétero', vereador de SP quer banheiro gay

No ano passado, o vereador Carlos Apolinário (DEM) quase conseguiu que virasse lei o seu projeto de criar em São Paulo o Dia do Orgulho Heterossexual. Agora, ele teve outra ideia: criar um banheiro ‘unissex’ em locais públicos para gays, lésbicas, travestis e quem mais quiser.O terceiro banheiro passaria a ser uma exigência da prefeitura para autorizar a construção ou reforma de shoppings, supermercados, restaurantes, cinemas e casas noturnas em geral.A ideia, diz o vereador, surgiu ao saber da polêmica na qual o cartunista Laerte Coutinho, 60, que é bissexual e se veste de mulher há três anos, envolveu-se ao tentar usar o banheiro feminino de uma pizzaria e lanchonete.”

Uma das razões pelas quais é fácil termos um banheiro para homens e outro para mulheres é que conseguimos identificar o sexo do usuário. Seja visualmente, seja pela carteira de identidade. E já vimos aqui como isso não faz muito sentido e que, por isso mesmo, o Estado deixa para cada estabelecimento organizar o uso de seus banheiros.

Hoje vamos falar desse assunto sobre um outro ângulo: o do controle das diferenças.

Uma das razões pela qual a escravidão deu certo por tanto tempo é porque era possível identificar negros e brancos visualmente (ou por documentos). Na África do Sul era fácil saber quem poderia usar esse ou aquele ônibus: bastava olhar a cor da pele. Em ambos os casos, o processo de identificação é fácil e o custo é baixo.

Mas e quando a diferença não é tão clara? Quando não está 'na cara'? Como saber se Fulano é palestino ou israelense, se Cicrano é judeu ou alemão, ou se Beltrano é gay ou hetero?

Há apenas duas formas: ou fazemos com que essa diferença venha se torne clara para que o controle se torne fácil e barato, ou deixamos a critério da própria pessoa se definir.

Vamos começar por quando deixamos a critério da pessoa se definir. É, por exemplo, o que o IBGE faz durante o censo, e o que os institutos de pesquisa fazem quando perguntam em quem você irá votar. Você diz qual é sua raça ou seu candidato. A opinião do pesquisador a seu respeito não importa.

E é aí que está o problema desse método: como é que você quem se define, você pode mentir. Você pode estar usando uma camisa do PT e sua casa estar cheia de material de campanha do partido, mas se você disser ao pesquisador que você votará no PSDB, é isso que ele colocará no questionário.

Imagine um banco no qual o vigilante responsável por organizar as filas seja cego. Há duas filas: uma para idosos, que anda rápido e tem preferência, e outra para as outras pessoas, que é longa e demorada. O vigilante cego te pergunta: ‘você é velho ou novo?’ Você, tem 18 anos mas se declara idoso para usar a fila rápida. Ou você tem 90 anos mas declara ter 18 para ficar na fila jovem xavecando a menina de minissaia.

Pior: O idoso poderia e queria usar a fila mais rápida, mas sabe que todo mundo da fila mais lenta o irá olhar de forma odiosa. Alguns ocupantes da fila mais lenta são até conhecidos por baterem nos idosos depois de saírem do banco. Ninguém quer sofrer preconceito. Como o sistema (o vigilante cego) não funciona, nosso idoso prefere se tornar um ‘idoso enrustido’ e ficar na fila mais longa.

O problema não é a fila (ou o número de banheiros): sem um sistema de vigilância que funcione, a divisão por ‘autodeclaração’ só funciona se as pessoas não têm incentivos positivos ou negativos para trapacearem. Se tiverem, os não-heteros usarão os banheiros heteros (por exemplo, porque haverá fila menor), ou os heteros usarão o banheiro-limbo (por exemplo, porque, como ninguém o usa por medo de ser discriminado, é o único vazio. Ou somente o machão terá ‘coragem’ de usa-lo, criando um efeito inverso ao desejado).

Pior: e se meu problema com banheiro não é sobre a opção/orientação sexual do usuário, mas sobre a religião do usuário. Teríamos que construir mais banheiros: para heteros evangélicos, homossexuais evangélicos, heteros católicos etc.E voltamos ao problema que já vimos semana passada.

A outra forma seria usar um sistema em que o Estado ou seu agente diz quem é hetero e quem não é e, por consequência, quem pode usar qual banheiro. Os nazistas, por exemplo, obrigavam os judeus a usarem uma tarja com a estrela de Davi em seus braços. Isso trazia a diferença para a superfície, facilitando e barateando o controle. E quem tem problema de visão tem esse problema escancarado em sua carteira de motorista: não pode dirigir sem óculos ou lente corretiva.

Mas aí a discussão fica muito mais complicada. Começar a obrigar todos os não-heteros a andarem com uma faixa arco-íris no braço não parece muito justo e os submete a uma avalanche de potenciais preconceitos. O mesmo ocorreria se obrigássemos todos os evangélicos a usarem adesivos em seus carros ou resolvêssemos raspar a cabeça de todas as pessoas que não gostam de matemática.

Religião e sexualidade, assim como gosto por matemática, são questões de foro íntimo. Algumas poucas pessoas vão declarar abertamente que não gostam de matemática ou de homossexuais. Para a maior parte das pessoas, isso não importa! Impor um sistema que gera preconceito apenas para satisfazer uma minoria é arriscado, além de ser jogar dinheiro fora.

Pior: a partir do momento em que o Estado passa a fiscalizar diferenças (sejam de foro íntimo, sejam explícitas), todos sabemos onde isso começa, mas nunca sabemos onde termina. Na Alemanha, terminou em Auschwitz. Na África do Sul, em apartheid.

Além disso, em termos de sexualidade, a questão não é tão objetiva. Algumas pessoas são bisexuais, outras são abertamente homossexuais, outras são menos abertas, outras são heteros mas parecem que não são, e algumas se dizem heteros e não são. Teríamos um enorme potencial de injustiças. Tente imaginar o fiscal do banheiro (porque teria que haver um em cada bar) decidindo se você pode ou não usar o banheiro hetero ou o banheiro-limbo.

Um princípio básico de direito é que o Estado só deve intervir quando sua intervenção resolver o problema, o problema precisa de ser resolvido, e não há uma outra solução mais simples que não demanda a intervenção estatal. É por isso que não temos leis dizendo se seu filho pode ou não comer doces: a intervenção do Estado não é a melhor maneira de resolver o problema.

Acima vimos que em alguns casos – como o dos óculos na carteira de motorista – a discriminação funciona. Ela funciona quando o seu custo é menor que seu benefício não só para a pessoa, mas para a sociedade. Obrigar alguém com problema de vista a usar óculos e dizer isso em sua carteira não só serve para proteger a vida daquele motorista, mas a vida de todo mundo. A análise de custo (discriminação) e benefício (proteger a vida do discriminado e do resto da sociedade) sugere que tal política pública faz sentido.

A construção de um terceiro banheiro em cada ambiente público custa caro e só se justifica se gerar os benefícios desejados e esses benefícios forem maiores que os custos. E nessa análise de custo devemos levar em conta o custo de fiscalização e controle. Se houver uma lei que proíba o homossexual de usar o banheiro hetero, ainda que não haja um fiscal do banheiro, haverá processos a respeito do assunto. E esses processos geram um enorme custo financeiro para a sociedade.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Nicole Pacent

Em uma entrevista ao site She Wired, a atriz Nicole Pacent, que nós aqui conhecemos como estrela da web-series Anyone But Me, revelou tudo e muito mais sobre a série e sobre ela mesma, suas “preferências” digamos assim.
Com quantos anos você saiu do armário?
Nicole: Quando estava no colegial, provavelmente com uns 15 anos. Foi um processo lento, claro. A semente foi plantada, digamos, no verão em que eu estava indo pro meu segundo ano no colegial. Eu meio que fiquei pensando nisso por alguns meses e comecei a contar as pessoas que estava pensando demais sobre isso. E quando eu saí do armário, foi como bissexual. E tecnicamente, ainda é como eu me identifico, mas depois desse relacionamento recente, me dei conta que na minha vida adulta, é isso o que eu quero.
Pergunta: Quer estar com uma mulher, você diz?
Nicole: Yeah. Sou mais puxada para esse lado. Não tenho muita certeza o que isso quer dizer pra mim, acho que apenas não quero mais jogar o jogquinho dos rótulos. Pergunta: Se a série continuar a crescer e eles possam trazer alguns atores de fora, com quem você gostaria de trabalhar?
Nicole: Hummm, isso depende se eu estaria agarrando alguém ou não…
Pergunta: Você estaria…
Nicole: (gargalhadas). Ok, adoraria que a série fosse a um show de Pink. Isso me faria tão feliz. Eu totalmente tenho uma coisa por ela.
Pergunta: Mas colocando cenas quentes de lado, com quem você gostaria de trabalhar?
Nicole: Por mais cliché que isso possa parecer, eu admiro muito Kate Moennig (Shane). Acho que ela é uma atriz fantástica e há algo realmente intrigante nela. Gosto muito dela. Amo Rachel McAdams também. Acho ela tão fofinha. Adoro assistir a ela e ver os papéis que ela escolhe. Ela nunca interpreta o mesmo tipo, é muito versátil.
Pergunta: Pra onde sua carreira caminha agora?
Nicole: Eu definitivamente quero atuar, mas eu totalmente tenho necessidade de ter controle sobre algo, criativamente falando. Então, mais tarde, talvez eu queira produzir ou dirigir algo. Sempre fiz mais isso no teatro, mas desde que estou nessa série, me tornei mais familiar aos diferentes tipos de trabalho em um set de filmagem. Então, sim, posso definitivamente me vejo fazendo mais do interpretação.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Rachel Maddow

Rachel Anne Maddow nasceu no dia 01 de abril de 1973 é apresentadora de televisão americana comentarista político. Maddow hospeda um programa de televisão todas as noites, A Rachel Maddow Visualizar, na MSNBC .

Maddow é a primeira abertamente gay âncora de um telejornal em horário nobre nos Estados Unidos.

Perguntado sobre suas opiniões políticas por parte do advogado vale, Maddow respondeu: "Eu sou sem dúvida, uma liberal, o que significa que eu estou em quase total acordo com o Eisenhower -era Partido Republicano plataforma

Vida pessoal

Maddow vive em Manhattan e oeste de Massachusetts com sua mulher, a artista Susan Mikula. O casal se conheceu em 1999, quando contratou Mikula Maddow para fazer um trabalho no quintal de sua casa. Maddow estava trabalhando em sua tese de doutorado na época.Seu primeiro encontro foi em um National Rifle Association "Ladies Day 'na Faixa de evento". Apesar de Massachusetts e Nova York reconhecerem o casamento homossexual, a partir de 2009 Maddow e Mikula não tinha planos de se casar.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sarah Paulson

Sarah Paulson é uma atriz norte-americana, ficou conhecida pela participação em diversas séries de televisão, nomeadamente Studio 60 on the Sunset Strip, na qual foi nomeada para o Globo de ouro, Best Supporting Actress in a TV series Paulson é homossexual assumida, tendo tido uma relação com a também atriz Cherry Jones, que terminou em 2009. Nasceu em 17 de dezembro de 1974 em Tampa, Florida, Sarah Paulson passou a maior parte de seu tempo em Nova York e Maine antes de se fixar em Manhattan para participar da Academia Americana de Artes Dramáticas e do High School for Performing Arts. Embora ela fez sua Broadway estreia em "The Sisters Rosensweig" e realizada no off Broadway "Talking Pictures", ela estréia ed na telinha no final de 1994 em um tiro de convidado em NBC "Lei & Ordem" (1990), então , na primavera seguinte, atuou em seu filme de TV CBS em primeiro lugar "Finalmente Amigos (1995) (TV) e, finalmente, tornou-se uma série de TV regulares pela queda de 1995. Mais conhecida por seu desempenho surpreendente no drama sobrenatural da CBS "American Gothic" (1995) como o guia espiritual benevolente para seu irmão mais novo, ela também foi um regular na série da WB "Jack & Jill" (1999) como "Elisa Cronkite" , a ex-namorada de David "Jill" Jillefsky ( Ivan Sergei ), bem como o personagem principal na série de TV "Leap of Faith" (2002), "Faith Wardwell", e como "Audrey" no filme de TV Metropolis (2000) (TV). Ela também fez parte do elenco de Shaughnessy (1996) (TV), O Longo Caminho Casa do Pará(1998) (TV) (como "Leanne Bossert") e Path to War (2002) (TV) como Luci Baines Johnson , como bem como fazendo aparições notáveis ​​em "O Toque De Um Anjo" (1994) interpretando "Zoe", Sarah participou até agora em filmes com estrelas Como Mel Gibson na comédia romântica Do Que como Mulheres Gostam (2000) (como "An nie", o secretário de Gibson), Diane Keaton no drama romântico Simples Como Amar (1999) (como "Heather Tate”, a filha lésbica mais velha Keaton), Jamie Foxx em Held Up (1999) (como "Mary", uma mulher com. (Deficiências de desenvolvimento jovens com um namorado infiel) e Hyde David Pierce na comédia romântica Abaixo o Amor (2003) (como “Vicky Hiller”, esmagar Pierce). Ela também tinha dois papéis principais na comédia Bug (2002) eo drama, Levitação (1997), onde ela estrelou como uma adolescente grávida que procura sua mãe biológica, com a ajuda de um anjo da guarda.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Heather Matarazzo

Heather Matarazzo Amy (nascida em 10 de novembro de 1982) é uma atriz americana. Seu papel inovador foi como uma nerd menina no filme Welcome to the Dollhouse (1995). Ela interpretou Lilly em O Diário da Princesa (2001) e The Princess Diaries 2: Royal Engagement (2004). Sua outros filmes incluem O Advogado do Diabo (1997), Pânico 3 (2000), Sorority Boys (2002), Saved! (2004), e Hostel: Part 2 (2007).

Início da vida

Matarazzo nasceu e foi criada em Oyster Bay, New York, filha de Camille, uma dona de casa, e Ray Matarazzo, gerente de processamento de dados para uma padaria cadeia. [1] Matarazzo é de ascendência irlandesa, e foi adotado e criado pela Matarazzo , um rigoroso Católica Italian American família. Ela assistiu Oyster Bay High School , bem como a BOCES Cultural Escola de Artes Centro Alto.

Carreira

Matarazzo começou a atuar com seis anos de idade. Após comandando o microfone em um benefício AIDS para crianças, ela recebeu o cartão de um gestor de talentos com quem permaneceu por 10 anos.

Em 1997, ela ganhou um Independent Spirit Award por sua atuação em Welcome to the Dollhouse . Matarazzo expressou prazer em ser autorizado a interpretar personagens interessantes, alguns dos quais "são os tracejados por várias razões." Ela comentou que ela está mais orgulhoso de seu desempenho em 1999 é nosso Guys: Outrage em Glen Ridge ., na qual ela interpretou uma menina com problemas mentais que é estuprada por jogadores de futebol Matarazzo fez aparições na TV atingiu vários shows, incluindo Roseanne , Law & Order, The L Word, e Strangers with Candy. Matarazzo atuou ao lado de Penghlis Thaao na estréia mundial de Charles Evered 's Classe jogar em Cape May Stage em Cape May , Nova Jersey em Maio e Junho de 2010.

Em 2011, Matarazzo anunciou que ela vai começar a trabalhar em sua estréia como diretora, uma série de televisão a ser baseada em um livro de memórias do autor Diane Hanks, Acampamento de Verão intitulado. A Memoir

Vida pessoal

Matarazzo é abertamente lésbica. Em 31 de julho de 2008, publicitário Matarazzo anunciou que Matarazzo foi contratado para Caroline Murphy. Ela foi a oradora principal da Rede de Educação Gay, Lésbicas e Heterossexuais da conferência anual de Boston.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Aubrey O'Day

Houve muitos relatos recentes que ex-Danity Kane estrela Aubrey O'Day tem uma companheira inseparável, que estão juntas em todos os lugares sua " Girlfriend ou seja sua namorada.

"Neste ponto da minha vida, eu não diria uma forma ou de outra o que a minha preferência é sexualmente"

"A única coisa que eu estou procurando na vida é incrível paixão e amor honesto. não importa o que as opções estão sobre a mesa", disse ela.

"Tudo que eu realmente operar é a maneira que eu sinto no meu coração quando se trata de amor."

sábado, 21 de janeiro de 2012

Diga Não a Homofobia

Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.

Existem várias ramificações que justificam a homofobia. Algumas pessoas encaram a homofobia como uma manifestação semelhante ao racismo onde as pessoas se limitam às imposições da sociedade e não são abertas ao novo e outras já vêem a homofobia como um problema do século que contradiz os ensinamentos recebidos pela sociedade, pela família e pela religião.

Uma pessoa pode até não concordar com a homossexualidade, mas a partir do momento em que um ser humano, independente de sua cor, raça, credo ou sexo, é discriminado por ser homossexual, surge então o ato homofóbico. Atribui-se a ele a injúria, difamação, gestos e mímicas obscenas, antipatia, ironia, sarcasmo, insinuações e qualquer outra forma de criticar e banalizar o homossexual.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Maria Emma Woolley

Maria Emma Woolley nasceu em 13 de julho de 1863 - 05 de setembro de 1947 tornou-se educadora e ativista pela paz americana, era defensora do sufrágio feminino.

Foi a primeira aluna do sexo feminino a estudar na Brown University , e serviu como a presidenta dia 11 de Mount Holyoke College 1900-1937.

,Início da vida e da educação

Woolley era filha de Joseph Duah Woolley e sua segunda esposa, Maria Augusta Ferris. Ela tinha o apelido de maio, e teve uma infância confortável e cresceu em Nova Inglaterra. Ela cresceu primeiro em Meriden (Connecticut), e desde 1871, em Pawtucket (Rhode Island) . Seu pai era um pastor congregacional e seus esforços para introduzir o trabalho social para a religião teve uma profunda influência sobre sua filha.Woolley participaram Providence High School e outras pequenas escolas dirigidas por mulheres antes de completar o ensino secundário em 1884 no Wheaton Seminário em Norton (Massachusetts) .

Woolley voltou lá para ensinar 1885-1891. Depois de dois meses viajando pela Europa durante o verão de 1890, foi para participar da Universidade de Oxford , mas Eliseu Benjamin Andrews , presidente da Brown University , convencido de Woolley para se tornar a primeira aluna do sexo feminino na Brown. Brown começou a frequentar no outono de 1890, enquanto ainda ensino em Wheaton.

Em 1894, graduou-se e ganhou um mestrado em 1895 por sua tese intitulada "A história do início dos Correios colonial" (o início da história dos Correios Colonial). Carreira DocenteEm 1895, Woolley começou ensinar história e literatura bíblica no Wellesley College . Ela era popular entre seus alunos e colegas e em 1896 tornou-se professora assistente.

Em 1899 ela se tornou professora. Duante seu tempo em Wellesley, fez mudanças significativas nos horários de aulas, enquanto a obtenção de experiência administrativa como chefe de seu departamento. Ela também se casou com a professora Jeannette Marcas em Wellesley, e as duas mulheres viveram juntos em uma relação lésbica de 55 anos.Em dezembro de 1899, Brown ofereceu-lhe um emprego como diretora da recém-fundada faculdade da Mulher . Simultaneamente, Mount Holyoke College ofereceu-lhe sua presidência.

Woolley aceitou a oferta de Mount Holyoke e 01 de janeiro de 1901, aos 38 anos, tornou-se uma dos presidentes mais jovens da faculdade nos Estados Unidos.

Aposentadoria e morte

Woolley se aposentou em 1937, 74 anos, e como os diretores da Mount Holyoke não estava feliz com suas atividades externas, foi escolhido como seu sucessor um homem, Roswell Cinza Ham . Isso foi muito decepcionado ao Woolley, observando que, se um homem era o presidente de uma universidade para as mulheres, a implicação era de que não houve candidato qualificado, de modo que os objetivos de preparar os estudantes para posições de responsabilidade e liderança das mulheres foram diminuídas .Após sua aposentadoria, Woolley nunca mais visitou o campus de Mount Holyoke.Woolley permaneceu defensora social ativa para sua aposentadoria, e passou muito tempo falando em conferências e reuniões. Em 30 de setembro de 1944 sofreu uma hemorragia cerebral que parcialmente paralisado. Ela passou os últimos três anos de sua vida em uma cadeira de rodas, sendo cuidada por Jeannette Marcas , até sua morte em 1947.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Baronesa Olga de Meyer

Olga, a baronesa de Meyer (08 de agosto de 1871 - 1930/1931) Foi uma socialite, patrona das artes, escritora e figura de moda do início do século 20. Ela era mais conhecida como a esposa do fotógrafo Adolph de Meyer e foi rumores de ser a filha natural do Rei Edward VII do Reino Unido . Depois de 1916, ela preferiu ser conhecido como Mahrah de Meyer.

De ascendência Portuguesa, Francesa, e norte-americanos, ela nasceu Donna Maria Beatriz Olga Alberta Caracciolo, em Londres , Inglaterra . Seu pai era nobre napolitano Gennaro Caracciolo Pinelli, Duke Caracciolo, Filho mais velho do Duque de 4 Castelluccio, enquanto sua mãe era o ex-Marie Blanche Sampayo (1849-1890), filha de Antoine François Oscar Sampayo, um diplomata francês que serviu como ministro deste país para Portugal, e sua esposa americana, Virginia Timberlake.

Sua bisavó Margaret O'Neill Eaton foi a figura central no caso Petticoat , um escândalo que assolou o presidente Andrew Jackson. Outro bisavô foi um Marechal de França Conde Auguste de Saint-Regnaud Jean d'Angely.

Para muitas pessoas que observavam o arco do início da vida de Olga a conexão mais ilustres familiar foi seu relacionamento com Edward Albert, o príncipe de Gales e, mais tarde Rei Eduardo VII. Embora oficialmente seu padrinho, real britânico era conhecido por ser um dos amantes de Blanche Caracciolo e, consequentemente, suspeito de ser pai verdadeiro da filha.

A maioria das histórias relacionadas sobre a juventude de Olga descrevê-la como ilegítima, embora certamente isso signifique que seu pai legal, o duque, não era seu pai biológico.

De acordo com o historiador francês Philippe Jullian, o rei britânico acreditava que Olga era sua filha e, portanto, fez um grande esforço para assegurar que ela e sua mãe tivessem conforto material suficiente.

Outros pais potenciais foram identificados, no entanto. O candidato mais forte para muitos estava Estanislau Augusto, terceiro príncipe Poniatowski e Prince of Monte Rotondo (1835-1908), um ex-escudeiro casado Napoleão III , a quem supostamente se assemelhava Olga e com quem a recém-casada Duquesa Caracciolo supostamente fugiu em 01 de setembro de 1869, mesmo dia ela arranjou o casamento com o duque teve lugar.

O duque e a duquesa separados logo após o nascimento de Olga, e a criança passou sua juventude em Dieppe , França , em uma casa chamada Villa Olga, onde morava com sua mãe e avó materna. (Uma vez que a duquesa de pai-de-lei, o Duque de Castelluccio, ainda estava viva, ela usou o título Duquesa Caracciolo).Em 1916, Olga de Meyer levou o apelido Mahrah sobre o conselho de um astrólogo.

Casamentos

Olga Caracciolo era casada com: Nobile Marino Brancaccio (1852-1920), um nobre napolitano, que era filho de Carlo Brancaccio, Prince of Triggiano e Duque de Lustra. Eles se casaram em Nápoles , Itália , em 09 de maio de 1892 (civil) e 11 de Maio 1892 (religiosa), e se divorciaram em 07 de junho de 1899, em Hamburgo, Alemanha. Jacques-Émile Blanche , um amigo da família, chamou-lhe "uma união de curto e mais dramática".

Adolph de Meyer (1868-1946), um artista célebre, aclamada por Cecil Beaton "o Debussy da fotografia.” Eles se casaram em 25 de julho de 1899 na Igreja da Santíssima Trindade, Sloane Street, Cadogan Square, em Londres. Este foi um casamento de conveniência, pois o noivo era homossexual e que a noiva era bissexual. algumas fontes identificaram-na como lésbica .

Romances Lésbicos

Olga Meyers de foi caracterizada por Violet Trefusis - que contou Olga entre seus amantes e cuja mãe, Alice Keppel , foi Edward VII 's mais conhecida amante, como "Pederaste e Medisante" porque, como Trefusis observou: "Ela parecia tão estranha e ela tinha como língua de um vicioso ".

Olga de Meyer teve um caso com a princesa (Edmond) de Polignac, uma herdeira Singer-máquina de costura e patrono das artes, e patrono das artes, na 1901-05 anos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

BBB 12 Mayara Medeiros é produtora de vídeo pornô alternativo

A arte-educadora Mayara Medeiros foi uma das selecionadas para participar do "Big Brother Brasil 12", em lista divulgada nesta quarta-feira (4) pela Rede Globo. A jovem de 23 anos mora em São Paulo e promete causar polêmica no reality show. Além de dizer que gosta de meninas em sua página do Twitter, em maio de 2010 Mayara deu entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" na qual conta ser produtora de vídeos pornôs alternativos. "Queria pegar 501 minas antes de virar o ano", escreveu Mayara no micro blog recentemente.

Mayara é bissexual e nunca quis ir ao BBB, diz amigo A integrante do "Big Brother Brasil 12" Mayara Medeiros, 23, nunca quis participar do reality. Nem o próprio amigo, R. Rufião, 35, sócio da produtora onde ela trabalha, soube explicar ao "F5" como ela entrou na casa. "Alguma coisa aconteceu pra ela entrar", disse Rufião.

Estudante de Artes Visuais, arte educadora da rede estadual de São Paulo e produtora na área pornográfica Mayara já foi motivo de discussões acaloradas antes mesmo de o reality começar.

"A gente sabe que o ataque vai ser grande, que tudo de negativo vai ser jogado contra ela. E já estão fazendo isso. Ela não é lesbica. Ela fica com homens também, mas ela não vai deixar de fazer alguma coisa preocupada com o que vão dizer. Ela apenas fica decepcionada por ter gente com pensamentos tão retrógrados", explicou. Pensando nisso Mayara e os sócios da XPlastic publicaram uma carta aberta no site da empresa para que todos conheçam melhor a jovem. "Nós fizemos uma carta aberta pra deixar clara a função dela e o que ela pensa, até porque a gente vê uma repercussão que não reflete no que ela faz", explicou ao "F5". Segundo o empresário, Mayara tem o total apoio dos pais e de sua irmã, mas a família prefere não se manifestar neste momento. "A família está torcendo muito por ela, apoiando 100%", disse.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Hélène Betty Louise Caroline de Zuylen de Nyevelt de Haar

Hélène Ela era uma baronesa rica e foi amante da Renée Vivien por muitos anos, deixou Renée por outra mulher.

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Hélène nasceu em Rothschild, em Paris 8em 21 agosto 1863 e faleceu em Lisboa em 17 outubros 1947, era uma escritora francesa. Filha de Salomon James de Rothschild (1835-1864) e Adele von Rothschild (1843-1922).

Casou em 1887 com Stephen van Zuylen Nyevelt (1860-1934) ela foi mãe de dois filhos, Helene Zuylen conheceu no final de 1901 , Renée Vivien , com quem teve um relacionamento íntimo por vários anos.

Mais estável do que anteriormente mantido com Natalie Barney, Esta relação trouxe à Vivien equilíbrio emocional benéfico para a sua escrita criativa.

Ela também trabalhou algum tempo na literatura. Helena de Zuylen de Nyevelt escreveu quatro livros em colaboração com Vivien como o pseudônimo coletivo Paule Riversdale

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Antoinette Corisande Élisabeth, Duquesa de Clermont-Tonnerre

Uma descendente de Henrique IV da França, e cresceu em mais altos níveis da aristocracia francesa.

No entanto, ela olhou para trás neste mundo perdeu de riqueza e privilégios com pesar pouco, e ficou conhecida como "duquesa vermelho" por seu apoio ao socialismo.

Ela era um amigo próximo de Marcel Proust e, por vezes crítico dele. Natalie Barney e Duquesa de Clermont-Tonnerre encontraram pela primeira vez na primavera de 1909, tornaram-se amantes em 1 de maio de 1910, uma data que se tornou seu aniversário.

Embora nem foram fiéis ao outro sexualmente, eles eram dedicados um ao outro por suas vidas inteiras. Nonmonogamy, talvez a duquesa aceitasse relutantemente Barney em primeira e saiu do seu caminho para ter misericórdia de outros amantes do Barney. Por exemplo, ela sempre incluído Romaine Brooks, outra das amantes de Barney, quando ela convidou Barney passar as férias no país. Ela foi capaz de viver abertamente como uma bissexual, devido à sua personalidade e status elevado.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Primeiro beijo oficial entre lésbicas da Marinha dos EUA

A Marinha norte-americana entrou numa nova era: o "primeiro beijo" famoso dado aos marinheiros que regressam a terra depois de uma longa missão reuniu duas lésbicas. O beijo foi possível graças à revogação da lei sobre o tabu gay no Exército dos EUA.

Logo após a chegada ao porto do navio Oak Hill, na quarta-feira, em Virginia Beach, a oficial da Marinha Marissa Gaeta desembarcou do navio para ir beijar a sua noiva Citlalic Snell, também ela oficial da Marinha, disse o tenente-comandante Bill Urban, porta-voz da Marinha.

Marissa Gaeta, de 22 anos, estava vestida com o seu uniforme preto e branco quando Citlalic Snell, de 23 anos, a acolheu sob os aplausos e gritos de uma parte dos tripulantes do navio.

A tradição do "primeiro beijo" dado a um marinheiro da tripulação após a chegada de um navio da Marinha norte-americana "é muito antiga", sublinhou o capitão do navio. De acordo com oficiais da Marinha, foi a primeira vez que duas pessoas do mesmo sexo foram escolhidas para dar o "primeiro beijo".

Marissa Gaeta foi escolhida à sorte entre a tripulação do navio para o "primeiro beijo".

O casal não escondeu a felicidade: "É bom poder ser eu própria. Há muito que esperava poder fazer parte deste momento", disse a oficial Marissa Gaeta. Citlalic, por seu turno, confessou o grande nervosismo que sentiu quando, poucos dias antes, soube da notícia. "Entrei em pânico, mas no bom sentido»" disse a namorada, citada pela BBC